Quem Somos
O Instituto Mulungu nasce com a missão de unir preservação ambiental e reconexão com a natureza.
Em nosso laboratório vivo de 50 hectares de Mata Atlântica degradada, desenvolvemos e aplicamos técnicas artesanais e sustentáveis de reflorestamento.
Nossa proposta é oferecer um caminho acessível tanto para quem dispõe de poucos recursos quanto para quem escolhe recuperar a terra de forma consciente e artesanal, produzindo suas próprias mudas, compreendendo a ecologia local e participando ativamente da regeneração.
Assim, cada pequena propriedade se torna semente de transformação, contribuindo para a recuperação da Mata Atlântica e para a harmonia entre homem e natureza.
Quem fertiliza esse solo
O Instituto Mulungu nasceu de uma vivência direta com a terra e da consciência profunda da urgência de agir diante da degradação ambiental.
O que antes parecia uma paisagem verde revelou-se um território silencioso e exausto, fruto de séculos de exploração.
Da observação atenta e das tentativas de regenerar o solo com os próprios recursos surgiu uma prática: produzir mudas nativas, restaurar a diversidade e aprender com os ciclos naturais.
Dessa experiência, unindo observação, conhecimento e colaboração, formou-se um grupo comprometido com uma missão comum: devolver à natureza o que lhe foi tirado. Assim nasceu o Instituto, inspirado pela árvore pioneira Erythrina Mulungu — símbolo de resistência, renascimento e conexão espiritual com a vida.
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Marisa
Guaranys
Marisa Guaranys nasceu em 1966 no Rio de Janeiro e cresceu em contato direto com a Mata Atlântica, entre a Chácara da Gávea — integrada ao Parque Nacional da Tijuca — e o Sítio São Pedro, propriedade de sua família desde 1943, situado em uma área marcada por intensos processos históricos de degradação ambiental. Professora de francês formada pela Universidade de Nancy, tradutora, revisora e escritora, é cofundadora e presidente do Instituto Mulungu para Preservação Ambiental. Em 2023, escolheu estabelecer moradia no Sítio São Pedro, motivada pelas transformações climáticas globais, pela perda acelerada de biodiversidade e pela urgência de uma ação consciente. Desde então, dedica-se principalmente a estudos teóricos e de campo, ao desenvolvimento de um horto de plantas nativas e a ações de restauração ecológica.
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Christina
Terra
Christina Terra é professora e pesquisadora em economia internacional e do desenvolvimento na ESSEC Business School (França). Em paralelo à carreira acadêmica, é cofundadora e diretora financeira do Instituto Mulungu para Preservação Ambiental, iniciativa inspirada por um trabalho de observação e acompanhamento atento das ações de restauração da Mata Atlântica desenvolvidas no Sítio São Pedro, bem como pelo desejo de apoiar institucionalmente a difusão de práticas artesanais de regeneração ecológica baseadas na sensibilidade aos ecossistemas locais e na ação coletiva.
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Ana Clara
Ferrão
Ana Clara Ferrão é bacharel em Ciências Biológicas e atua com educação ambiental desde 2012, com foco na preservação do meio ambiente e na sensibilização para a importância ecológica das espécies e dos ecossistemas. Cresceu em contato direto com a natureza no Sítio São Pedro, onde desenvolveu desde cedo um olhar atento sobre a fauna e a flora e um forte compromisso com a regeneração das matas. Atualmente reside no Rio de Janeiro, é mãe de três filhos e é cofundadora e vice-presidente do Instituto Mulungu para Preservação Ambiental.
Conheça nosso Estatuto
O Estatuto do Instituto Mulungu estabelece os princípios, objetivos e regras que orientam nossa atuação. Ele define nossa missão de preservação ambiental, os valores que norteiam nossas decisões, a estrutura de governança e as formas de funcionamento da instituição. Mais do que um documento jurídico, o Estatuto reflete nosso compromisso com a transparência, a responsabilidade coletiva e o cuidado de longo prazo com a Mata Atlântica.
O Mulungu
Mulungu foi escolhido como nome e símbolo do Instituto por ser uma espécie pioneira, capaz de resistir às piores degradações e de anunciar o renascimento da vida. As árvores pioneiras são as primeiras a se estabelecer em ambientes degradados: suportam condições extremas, reconstroem o solo, criam sombra e tornam possível o retorno progressivo da biodiversidade.
Em diversas culturas africanas, Mulungu é também o nome de Deus. A Erythrina Mulungu representa, assim, resistência, regeneração e uma força espiritual profunda — valores que inspiram e orientam nossa ação